Tags

,

cropped-cropped-bannerrrrrr1.jpg

Em meio ao esforço dos organizadores da campanha empenhados a levar o workshop de Augusto Licks  “Do quarto para o mundo” para Belo Horizonte, e entre a experiência do workshop para cegos ou com baixa visão realizado no Instituto Benjamin Constant no Rio, me deparo com uma situação que destoa de todos os propósitos citados.

Recentemente no Facebook – terra perfeita para que pessoas muito bem amparadas pela distância física e, assim protegidas, possam lançar sem medo das consequências, qualquer bobagem as façam sentir-se mais inteligentes – os organizadores Rodrigo e Manuela foram duramente criticados por participantes da página Workshop Augusto Licks em BH.

Tenho a dizer que apoio a campanha e o casal pela iniciativa de levar aos músicos e interessados um projeto de qualidade e também raro, pois não é toda vez que Augusto vai para BH falar sobre equipamentos, técnica e prática.

Isso me lembra que passei por uma situação bastante parecida. Este é o meu segundo blog sobre o Augusto. No primeiro blog postei os jornais publicados na época em que Licks “saiu” da banda acusado de ser um mala e não saber tocar, entre outras coisas. Essas palavras fortes chocaram os fãs que não acompanhavam a banda na época. Acredito que ficaram decepcionados. Sem qualquer explicação lógica começaram a me agredir como se eu fosse a autora de todas as entrevistas. Eram palavras que saíram da boca dos integrantes. Fiquei sem ação e resolvi me esconder: desisti do blog.

Não quero criar espaço para discussões sobre um certo produtor que se referia aos fãs do Augusto Licks em listas de discussão da internet como “viúvas”. Nem vou citar nomes ou responder a quem disse que Licks pretende desenvolver uma nova carreira fazendo propaganda e vendendo sua imagem como ex-“Engenheiro do Hawaii”. Nenhum trabalho do guitarrista depois que saiu da banda teve essa intenção. Quero cada vez menos estar presente nessas situações da qual já experimentei.

Por outro lado gostaria de dividir com vocês, leitores do blog,  que agora estou escrevendo um livro sobre a trajetória do Augusto Licks com o jornalista Fabrício Mazocco. Imaginem a situação: eu, mãe de um bebê de 1 ano e 5 meses, que recentemente perdi minha mãe, e faço mil coisas ao mesmo tempo; me aventuro a escrever um pouco mais sobre o Augusto. Adiei alguns compromissos, deixei a casa bagunçada, tudo para com Fabrício – idealizador desse projeto e que certamente também viu sua agenda ficar ainda mais apertada entre as aulas na faculdade e cuidar das suas duas filhas- entrevistar, levantar informações e correr em busca de outras fontes. Estamos reunindo qualquer informação ou material e procurando pessoas que conheçam o Augustinho para escrevermos, como já disse, sua trajetória. Fôlego para todos nós.

Anúncios