Programa Livre 92 – TV Cultura SP – Sampa no Walkman

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“Gostava de tocar essa música, pena que nunca entrava em show, a exemplo de outras do Várias Variáveis. Ao menos teve um registro ao vivo na TV Cultura, não achei ruim. (Augusto Licks)”.

https://augustolicks.wordpress.com/2009/09/24/os-11-melhores-solos-de-guitarra-do-rock/

ATUALIZAÇÃO: Hieronymus Bosch

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O guitarrista Augusto Licks gravou em 1984 a música Hieronymus Bosch em uma participação especial com a banda progressiva instrumental ‘Cheiro de Vida’.

O comentário feito por Ciro Moreau no blog está correto: Paulinho Supekóvia (guitarrista do Nei Lisboa) era sim integrante do Cheiro de Vida, e não fez apenas uma participação especial. Faziam parte da banda Alexandre Fonseca (bateria), André Gomes (baixo e sitar), Carlos Martau (guitarra), e Paulo Supekóvia (guitarra). As participações especiais ficaram a cargo de Pedro Tagliani, Renato Alscher e Augusto Licks.

Segundo Augusto Licks, o engenheiro de som Renato Alsher também era um integrante: “A sonoridade e os belos timbres da banda eram obtidos em grande parte pela sua capacidade e sensibilidade de captar o que eles buscavam imprimir”, disse.

CONFIRMADO: Workshop de Augusto Licks em Belo Horizonte

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Robert Moura escreve em seu blog Rock´n Geral sobre o workshop de Augusto Licks que será realizado em Belo Horizonte. A campanha já está no final, garanta a sua participação.

workshop

Com oito dias antes do encerramento da campanha de financiamento no site Kickante e com 52% do valor arrecadado, os produtores confirmaram a realização do Workshop “Do Quarto Para o Mundo” de Augusto Licks em Belo Horizonte no dia 17 de outubro próximo. 
Entre as cotas de apoio à campanha, ainda tem disponíveis opções para quem pretende participar do workshop, e também para os aqueles que querem simplesmente apoiar o projeto, mas também receberão algumas recompensas como pôsteres, palhetas, participação em grupo privado na web e aulas de música.
Abaixo segue o link de um vídeo criado pela produção do workshop focalizando dois momentos da carreira de Augusto, o primeiro ainda nos anos 1990 e o segundo há duas semanas atrás no qual consta trecho da entrevista feita exclusivamente para a campanha no qual ele respondia exatamente a uma pergunta deste que vos escreve. 

Ouça gravações raras de Augusto Licks

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Em 1984 Augusto Licks gravou uma versão do boleroTu Me Acostumbraste que serviu de  fundo para uma cena do filme “Aqueles Dois“, dirigido por Sergio Amon. Augusto também compôs a música original para sax alto e piano tocados por Letieres Leite, da Orkestra Rumpilezz, e Raphael Vernet.  O filme é baseado no conto homônimo de Caio Fernando Abreu.

Tu me Acostumbraste:

A música “Limpem o Sangue” também de Augusto Licks faz parte da trilha de O Dia em que Dorival encarou a Guarda. Inspirado numa história de Tabajara Ruas, o curta de 1986 tem duração de 14 minutos. A direção é de Jorge Furtado e José Pedro Goulart.

Limpem o Sangue:

Outra gravação rara só pode ser ouvida durante a apresentação da peçaTrenaflor, do grupo Vende-sê Sonhos. Parte do elenco participou do filme Deu Pra Ti, Anos 70. Trata-se de uma gravação feita de improviso por Augusto, gravada em fita K7 tocada na terceira cena, antes do ator Marcos Breda entrar com o violão.

Mais uma raridade é a canção “Hieronymus Bosch da banda Cheiro de Vida na qual Augusto faz uma participação especial.

http://www.4shared.com/audio/ATU9PIaH/06-Hieronymus_Bosch.html

Augusto Licks lê esse blog!!!

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Quando recebo qualquer feedback do Augusto Licks fico pensando: caramba ele lê meu blog! Há muito tempo recebi um e-mail com algumas mensagens para algumas pessoas que comentaram aqui, mas só depois de mil anos me lembrei que nunca publiquei. Veja se Augusto respondeu algum comentário seu:

Concurso cultural

Gostaria de agradecer a todas as pessoas que enviaram mensagens para o Blog e para o FaceBook. Afinal, são quase 20 anos sem tocar em público. Agradeço muito pelo concurso em minha homenagem, me passa a sensação de que a minha música foi mesmo útil ou serviu de inspiração para algumas pessoas. A todos, a minha gratidão, o meu abraço, e espero que transformem essa influência em felicidade, e que sigam seus corações.

Homenagens

Augusto manda um agradecimento especial ao José Domingos Goulart, que escreveu: “Minha filha se chama Anandalicks em sua homenagem, pra vc ver como te admiramos. Um grande abraço e se um dia ler esse email. responda, seria um sonho saber que você leu isso.”

Em resposta, ainda que atrasada, ao José, sinto-me muito, mas muito honrado pela Anandalicks. A ela, a você, e aos seus, desejo muita luz e o que a felicidade significar para cada um.

Igual agradecimento faço ao Chapeleiroraro, pai do Gabriel AUGUSTO, que deve estar com 4 anos. Muita luz e felicidade pra vocês e os seus. (Isso me foi enviado em 2013)

Para Christian Jung, que teve um depoimento publicado no blog

Gostaria de mandar um abraço ao CHRISTIAN JUNG (“Passarinho”) e agradecer pelas lembranças de Porto Alegre, tive a honra de trabalhar com o pai dele na rádio Guaíba, o Milton Ferreti Jung, a quem estendo meu abraço e também ao irmão do Cristian, Milton Jung (Jr), que é âncora da rádio CBN. Bela e talentosa família. A propósito, da fita k-7 que ele fala, não é “nuvens de algodão” e sim “flocos de algodão, algo assim tão leve, tão …” (e o nome da música …) ??????? (Sete Pontos De Interrogação). Ainda bem que errei na futurologia, felizmente os bateristas não foram extintos como se temia então.

Mais abraços 

Abraço também para Flora, filha de meu primo Amaro, da tia Acella. Que alegria receber mensagem dela. A ela e todos familiares, o meu carinho.

Abraço ao Marcos Paulo, da Avenida Paulista. Nos encontramos pouco tempo depois de minha saída da banda.

Abraço ao Valdimir D’Angelo e sua filha, saudades das nossas entrevistas e conversas sobre blues.

E abraço também ao velho amigo Mário Xavier Antunes de Oliveira, irmão do Frank Jorge da Graforréia Xilarmônica e de muitas outras coisas, e para a irmã Teri também.

Grande abraço ao Carlos Mosmann, jornalista e músico brilhante com quem conviví com nosso grupo “Hora Extra” nas rodas universitárias, com o Bolívar e o Jarí. Nossos ensaios no “castelo” da Casemiro de Abreu regados a café falso (cevada) e amanteigados Stoffel que o “Alemão” trazia de Novo Hamburgo estão firmes na memória e no coração. Grande parte da riqueza literária do show Deu Pra Ti Anos 70 tem a assinatura do Mosmann. Grande Alemão!

Dias de efeito prolongado

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blog

As contribuições para a realização do workshop continuam, mas o tempo está acabando. Contribua com seu kick.

E pela segunda vez nosso querido Augusto Licks, sem perder seu estilo low profile, dá uma entrevista exclusiva com o objetivo de divulgar seu workshop “Do Quarto para o Mundo“. A novidade está no blog Rock 80 Brasil do jornalista Fabrício Mazocco.

PS: Espero na fila a oportunidade para fazer uma exclusiva para o meu pobre bloguinho.

Augustinho Licks já cravou seu nome na música brasileira. Foi fundamental no “Deu pra ti, anos 70”, na música do Nei Lisboa e no sucesso dos Engenheiros do Hawaii. Depois da sua saída do grupo, em 1993, Augusto sumiu. Sumiu? Diríamos que sumiu da mídia, mas como disse recentemente, deixou os palcos, mas nunca deixou a música. Um dos seus projetos é o Workshop “Do Quarto para o Mundo“, que chega em Belo Horizonte no dia 17 de outubro. Augusto Licks, que não costuma dar entrevistas, falou com exclusividade com o blog Rock 80 Brasil sobre o workshop e sobre música. Vamos conferir:

Blog Rock 80 Brasil – Como você define o workshop “Do Quarto para o Mundo”?

Licks – Para mim, é um exercício de felicidade: compartilhar conhecimento e experiência e, quem sabe, oferecer alimento para reflexão. Para os que participam, eu espero que aproveitem o workshop como uma oportunidade, para desfazer confusões, e para reforçar convicções de como ter a música como uma coisa boa nas suas vidas. Oportunidade que eu gostaria de ter tido quando comecei. O nome do workshop é de autoria de uma grande amiga, a Dedé Ribeiro, e define bem o movimento que procuro esclarecer entre música enquanto intimidade e música enquanto depoimento.

Blog Rock 80 Brasil – Como surgiu a ideia de fazer esse workshop?

Licks – Como acontece com algumas coisas, a ideia foi brotando informalmente e indiretamente, na convivência com estudantes, bate-papos com alunos de rádio na Universidade Fluminense, com alunos de teatro na Uni-Rio, e também com fãs. Aulas particulares têm a limitação de se dedicar todo um tempo para uma única pessoa, e de pender para um lado mais técnico das coisas. Aquelas conversas informais me demonstraram que é possível atender várias pessoas de uma só vez e de uma forma mais dinâmica, em que a pergunta de alguém já facilita que outros se manifestem, enriquecendo o assunto conversado, seja ele técnico ou existencial.

Blog Rock 80 Brasil – Belo Horizonte será a próxima cidade a receber o workshop. Quais são suas expectativas de realizá-lo na capital mineira?

Licks – Alguns amigos mineiros costumavam dizer que “Minas é um país”, referindo-se ao quase incontável número de cidades daquele Estado. E é um país muito musical, a história está aí a provar. Tenho também boas lembranças dos shows que fiz por lá. Então, imagino que em BH a conversa poderá trilhar por assuntos de harmonia, melodia, sonoridades, ou não: pode ser que eu me surpreenda e predominem outros temas, afinal eles são oferecidos no programa como um “cardápio”. Já deu pra perceber que cada grupo de participantes acaba levando a temática pra um lado ou outro. Procuram usufruir daquilo que mais lhes interessa e parecem se satisfazer já que o workshop oferece bastante tempo pra se aprofundar em questões.

Blog Rock 80 Brasil – Como você vê o cenário atual de música no Brasil?

Licks – Como tudo e sempre, isso ficará mais visível num momento futuro, quando se puder olhar para trás, e na comparação com outros períodos especificados. Assim mesmo, a comparação não é exatamente justa, pois cada período tem seu contexto de facilidades e limitações, de ideias novas e ideias desgastadas, e de diferentes formas de se ouvir e fazer música. Acho que nos últimos quase dez anos o surgimento do iPhone e demais smartphones fizeram a maioria das pessoas mergulhar mais profundamente em águas já anunciadas antes com a internet e computadores. Uma grande imensidão de pessoas simplesmente não vive sem isso, na busca de autoestima junto aos pares virtuais, e enveredando por soluções práticas do cotidiano, e assim a vivência musical inevitavelmente recebe uma nova coloração nesse estado de coisas. Mas a tecnologia não define tudo, existem coisas que não mudam, e essa mistura é um dos temas que abordamos no workshop. Ao responder previamente perguntas dos participantes de BH, eu já expressei uma opinião pessoal minha, de que a juventude hoje passa uma impressão de acomodada, nem as manifestações de junho 2013 parecem ter alterado isso. Talvez isso ressoe com gente que faz música pra explicar o porquê de muita gente reclamar da música de hoje. Ao mesmo tempo, está no próprio “fazer música” a chance de dar uma sacudida nisso.

Blog Rock 80 Brasil – E o rock brasileiro?

Licks – Rock é música brasileira, já faz tempo, ficaram no passado aquelas noções de que “nem bossa nova era legítima música brasileira”. A diversidade cultural brasileira se manifesta por seus vários redutos musicais, alguns majoritários, outros minoritários, uns mais explorados comercialmente, outros ignorados comercialmente. Uns mais criativos, outros mais populares. Das formas de rock, tradicionalmente se espera alguma atitude não-conformista. Ter uma atitude assim é sempre saudável, mas é preciso que ela seja identificada e percebida como isso e não apenas algum reordenamento de clichês. Há uma sensação recorrente de que as formas de rock padecem de carregar pesados clichês que em épocas anteriores simbolizaram alguma atitude, aquela história de “escola roqueira”, de posar como tal. Pra mim, fica a esperança de que eu esteja errado, ou que alguma garotada resolva tomar uma atitude. Mas isso eu falo porque eu aprecio atitude em música, mas não significa que isso seja absolutamente essencial. É direito humano (devia estar na declaração universal) de cada indivíduo gostar da música que quiser sem dar satisfação a quem quer que seja. Isso é território individual, que eu aceito e defendo, mesmo que eu não queira ouvir a maioria das coisas que se ouve por aí. Fundamentalmente, não é a música que as pessoas deveriam mudar, e sim a atitude de cada um/uma na vida real, assumir posições quanto às contradições que vivemos, de exclusão, de preconceitos, de falta de política, de falta de educação, de falta de saúde, e de como grande parte disso tudo é manipulado pela mídia e seus associados para que as coisas continuem mudando para não mudar.

Blog Rock 80 Brasil – Recentemente você tocou uma música com a cantora japonesa Tsubasa Imamura. Como foi subir em um palco depois de 21 anos?

Licks – Foi um teste de saúde, sobrevivi. Emocionante retornar, apesar de não estar preparado, e encontrando no palco o carinho musical da Tsubasa.

Blog Rock 80 Brasil – Quais são os próximos passos do Augusto Licks?

Licks – A vida, um dia de cada vez. Alguns dias mais intensos do que outros, como terça-feira passada no Instituto Benjamin Constant, fazendo meu workshop para os deficientes visuais. São dias de efeito prolongado. Em 17 de outubro tentaremos reviver essa intensidade.

A entrevista que nunca aconteceu, finalmente aconteceu

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Augusto Licks responde às perguntas de fãs que vão participar do workshop “Do quarto para o mundo”.

CHEGOU A HORA: Confira agora a entrevista exclusiva com Augusto Licks realizada pelos produtores da campanha de Financiamento Coletivo.

Diante de tantas participações, Augusto se sensibilizou e respondeu a todas as perguntas dos fãs, tornando esse material uma preciosa e eterna oportunidade de conhecer seu ponto de vista sobre diversos assuntos.

São 45 minutos de bate-bola sobre música, política, fãs e comentários descontraídos, que vão desde suas impressões sobre o Papa Francisco, passando por questões conceituais da música e uma ligeira pincelada em temas técnicos que poderão ser abordados no workshop: como a escolha da guitarra ideal, exercícios, recursos tecnológicos e vários outros temas.

Se você enviou uma pergunta, segura a emoção e escute o que Augusto Licks tem a dizer.

Para quem quiser continuar essa conversa intimista e saber muito mais de técnicas musicais e questões existenciais, participe do Workshop “Do Quarto Para o Mundo” no dia 17 de outubro em BH.

Por Rodrigo Pedrosa e Manuela Meneses

Até me respondeu sobre o que achava sobre o Papa Francisco. Augusto diz que é fã por tantas coisas que ele fez em pouco tempo.

Quem lembra que eu havia tentado fazer o mesmo tipo de entrevista para o blog ?

https://augustolicks.wordpress.com/2014/09/12/a-entrevista-que-nunca-aconteceu/